terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pense de Novo - Energia e novas tecnologias



"Soluções para conter o aquecimento global na área de energia e novas tecnologias é o tema do último vídeo da trilogia Pense de Novo do WWF-Brasil. No mundo, o setor de energia é responsável por 37% de todas as emissões de gás carbônico, o que representa 23 bilhões de toneladas de CO2 lançadas por ano na atmosfera, ou seja, mais de 700 toneladas por segundo. Esse percentual coloca o setor de energia em primeiro lugar como emissor de gases de efeito estufa.
Por enquanto, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais limpas do planeta. Atualmente, 75% da energia elétrica gerada no país vêm de hidrelétricas. Entretanto, as termelétricas movidas a gás e petróleo têm ganhado espaço nos recentes leilões nacionais de energia. Se o Brasil optar por seguir o modelo energético das nações industrializadas, considerado mais poluente, o país contribuirá para agravar para os problemas relacionados às mudanças climáticas na Terra."

Para chegar até a lua (Arriving at the moon)

Como nasce um paradigma ( espanhol )

El absurdo sistema educativo de las escuelas

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia Mundial da Luta contra a Aids



"Na maioria das vezes o preconceito surge por falta de informação. A AIDS pode afetar a qualquer um, tem tratamento e o apoio da família e dos amigos é essencial. Deixe o preconceito de lado, sem ele, mais pessoas se previnem."

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Cinco Razões para você não usar Camisinha.



O preservativo ou vulgo "camisinha" é o modo mais eficaz de se prevenir contra doenças. O seu uso evita doenças sexualmente transmissíveis, como por exemplo, o vírus do HIV. Outro objetivo é evitar a gravidez não planejada tendo em vista que hoje é um dos métodos mais utilizados. Deve-se utiliza-la sempre, assim diminuido número de DST´s (Doenças sexualmente transmissíveis). Quando usado corretamente possui 98% de eficácia. Então não se esqueça da camisinha, faça sexo seguro sempre.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Steve Jobs - Discurso Stanford Completo



Você tem que encontrar o que você ama

Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

A primeira história é sobre ligar os pontos.

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.

Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”

Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.

Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.

Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.

Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.

Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.

Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.

E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.

Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].

Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.

A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.

E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.

Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.

Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.

Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.

Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”

Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.

Obrigado.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cortina de Fumaça - Você Precisa Ouvir o Que Eles Tem a Dizer

"Toda verdade passa por três estágios. No primeiro, ela é ridicularizada. No segundo, é veementemente antagonizada, somente no terceiro estágio, ela é aceita."


sábado, 1 de outubro de 2011

Linha do tempo da História da Educação no Brasil

Políticas Públicas - Fundef part II

Políticas Públicas - Fundef part I




O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério foi instituído pela Emenda Constitucional 14, de 96, e é formado por 15% dos recursos provenientes de quatro fontes de receitas: Fundo de Participação dos Estados (FPE), Fundo de Participação dos Municípios (FPM), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados para Exportação. Além desses recursos, entra na composição do Fundef, a título de complementação, uma parcela de recursos federais.

O Fundef tem como objetivo garantir a universalização do ensino fundamental público e elevar a remuneração do magistério. Pelo menos 60% da verba recebida pelo estado ou município deve ir para o salários dos professores. O restante deve ser gasto com compra de material e equipamento didático, e reforma e manutenção de prédios escolares.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Carta de um "Americano" para os brasileiros

“Caros amigos brasileiros e ‘ricaços’”,

Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem.

Embora tenham água doce disponível, aproximadamente 25% da reserva mundial de água Doce está no Brasil.
Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade. Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente).

Enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluente, produzidas por usinas termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas Nucleares.
E por falar em petróleo...

Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade, que acabam com os motores dos carros, misturas para beneficiar os usineiros de álcool. Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda assim tem preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado há vários anos US$ 0,30 ou seja R$ 0,90. Obs.: gasolina pura, sem mistura.
E por falar em carro...

Vocês brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nós, nos EUA, pagamos R$ 20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não se sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos EUA. Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres; o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMS no Brasil, e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%.

No Brasil vocês são muito ricos, já que afinal concordam em pagar 18% só de ICMS.
E já que falamos de impostos...


Eu não entendo porque vocês alegam serem pobres, se, afinal, vocês não se importam em pagar, além desse absurdo ICMS, mais PIS, CONFINS, CPMF, ISS, IPTU, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral, com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda assim fazem festa em estádios de futebol e nas passarelas de Carnaval. Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando quatro meses por ano de seu suado trabalho.

De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha quatro meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos.

Segue...
Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês (equivalente a R$ 9.300,00), enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês têm desconto retido na fonte, ou seja, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos EUA nos declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, ai sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.

Aí no Brasil vocês pagam escolas e livros para seus filhos, porque afinal, devem nadar em dinheiro, e aqui nos EUA, nós, pobres de país americano, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos. Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nós pobres americanos pagamos POR ANO.
E por falar em pagamentos...

Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou R$ 2,500.00 pelo seguro de seu carro, aí sim, eu confirmei a minha tese: vocês são podres de rico!!!!!!!!

Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$ 345,00. Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual, não importando qual tipo de veiculo seja. Afinal, quem é rico e quem é pobre?

Aí no Brasil 20% da população economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada.
Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha???

Comentários:
Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal, a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada EUA que desde o seu descobrimento teve uma colonização de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais. E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do País do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder.
Assina: Alexandre Garcia

CONCLUSÃO:

“Não se trata de sermos um país rico, mas sim de uma República de BANANAS!!!!!!!!!!!!!!”
Leiam e passem adiante.

O objetivo é fazer chegar esta mensagem ao máximo de pessoas para sensibilizar e conscientizar este povo brasileiro que aceita tudo que o governo dita, sem contestar.


fonte: Correio eletrônico circulando pela rede

sábado, 4 de junho de 2011

Carta Aberta - Veto presidencial ao material educativo de combate a Homofobia no Brasil

Goiânia, 03 de junho de 2011


CARTA ABERTA DO SER-TÃO
NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM GÊNERO E SEXUALIDADE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

INDIGNAÇÃO DIANTE DO VETO PRESIDENCIAL AO
MATERIAL EDUCATIVO DE COMBATE À HOMOFOBIA NO BRASIL

Em fins de 2010, divulgamos o relatório da pesquisa “Políticas públicas para a população LGBT no Brasil: um mapeamento crítico preliminar”, disponível em www.sertao.ufg.br. Dentre outros resultados, o relatório apontava para uma triste constatação no que diz respeito à cidadania e aos direitos humanos da população LGBT: nunca se avançou tanto e o que se tem hoje é praticamente nada. O relatório também sinalizava que as políticas públicas para este segmento ainda eram muito frágeis e pouco institucionalizadas, tendo em vista a) a ausência de respaldo jurídico que assegurasse sua existência como políticas de Estado, livres das incertezas decorrentes das mudanças na conjuntura política, da homofobia institucional e das pressões de grupos religiosos fundamentalistas; b) as dificuldades de implantação de modelo de gestão que viabilizasse a atuação conjunta, transversal e intersetorial, de órgãos dos governos federal, estaduais e municipais, contando com a parceria de grupos organizados da sociedade civil; c) a carência de previsão orçamentária específica, materializada no Plano Plurianual (PPA), na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA); e d) o reduzido número de servidores públicos especializados, integrantes do quadro permanente de técnicos dos governos, responsáveis por sua formulação, implementação, monitoramento e avaliação.

Em 2008, foi realizada a 1ª Conferência Nacional LGBT, em Brasília, convocada por decreto presidencial, que contou com a participação de representantes dos poderes públicos e da sociedade civil, oriundos de todos os 26 estados do país e do Distrito Federal. A partir das resoluções aprovadas nesta Conferência, foi produzido o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e dos Direitos Humanos LGBT, lançado em 2009. Uma das ações contempladas neste Plano era “criar um projeto de cooperação público-governamental de extensão nas escolas públicas, utilizando produções artístico-culturais com temática de sexualidade, diversidade sexual e identidade de gênero, com recorte de raça e etnia, como forma de educar para a cidadania e inclusão” (Ação 1.2.2). Por outro lado, no Documento Final da Conferência Nacional de Educação, realizada em 2010, consta, entre as inúmeras propostas aprovadas na plenária final relativas à população LGBT, a seguinte: “Garantir que o MEC assegure, por meio de criação de rubrica financeira, os recursos necessários para a implementação do Projeto Escola sem Homofobia em toda a rede de ensino e das políticas públicas de educação, presentes no Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, lançado em maio de 2009” (p. 145, grifamos).

Qual não foi nossa surpresa, então, quando em 25 de maio de 2011 a presidente Dilma Roussef decidiu vetar a divulgação dos materiais que estavam sendo produzidos no contexto do referido Projeto Escola sem Homofobia, após um encontro com parlamentares conservadores vinculados a grupos religiosos. Para expressar nossa indignação diante das graves implicações decorrentes da decisão insensata de nossa presidente, nós, pesquisadoras e pesquisadores do Ser-Tão, resolvemos divulgar a presente carta. É imperativo que seja garantida a laicidade do Estado e a cidadania de todos os grupos discriminados, como solenemente destacado nos votos dos dez ministros do Supremo Tribunal Federal que, em 5 de maio, reconheceram, por unanimidade, a igualdade jurídica em direitos e obrigações entre casais de pessoas do mesmo sexo e de sexos diferentes.

Não é demais lembrar que a produção acadêmica brasileira e internacional demonstra amplamente, há décadas, que o processo sócio-cultural de produção e reprodução das desigualdades étnicas, raciais, etárias, de classe, de gênero, de sexualidade, sem mencionar as desigualdades regionais, passa pela tentativa de sua naturalização. Uma série de preconceitos a respeito da diversidade sexual, de relações de gênero e étnico-raciais, dentre outros, está fundada em ideologias que buscam justificar desigualdades sócio-culturais baseando-se em supostas diferenças biológicas, orgânicas, inatas. É preciso que se combatam os discursos daqueles e daquelas que, reivindicando de maneira totalitária uma suposta liberdade para a expressão pública de preconceitos, nada mais fazem do que tentar impedir que o debate público em torno do combate à homofobia e garantia dos direitos humanos de pessoas LGBT seja realizado de maneira produtiva e sensata.

Enquanto as políticas públicas no Brasil não forem formuladas e implementadas respeitando-se a laicidade do Estado, continuarão a ser inócuas, crônicas de mortes anunciadas, pois, como disseram muitos sujeitos da pesquisa mencionada no início desta carta, “papel aceita tudo”. Um dos lemas do nascente Movimento LGBT (então chamado de Movimento Homossexual) no Brasil do final dos anos 1970 era “mais amor e mais tesão”. Parafraseando, sugerimos uma nova palavra de ordem, para evitar um retrocesso de décadas na luta pela garantia dos direitos humanos da população LGBT no Brasil: “pela laicidade e mais ação!”. Jamais renunciemos, porém, ao amor e ao tesão.

fonte: Núcleo de Estudos e pesquisa em Gênero e sexualidade - Universidade Federal de Goiás

terça-feira, 10 de maio de 2011

Uma breve história dos Estados Unidos da America - Animação



in Bowling for Columbine

Há muito tempo, havia na Europa uma gente chamada Peregrinos que receava ser perseguida. Assim, velejaram até ao Novo Mundo onde nunca mais teriam medo.

Mas, assim que chegaram foram recebidos por selvagens e voltaram a ficar apavorados. Portanto, mataram-nos a todos.

Seria de acreditar que eliminar todo um povo os acalmaria… Mas não! Em vez disso, começaram a ter medo uns dos outros. E queimaram as bruxas.

Em 1775, começaram a matar os ingleses para serem livres. E funcionou, mas mesmo assim, não se sentiam seguros. Aprovaram então uma 2.ª Emenda que deixava os brancos andarem armados.

O que nos traz à genial ideia da escravatura! É que os brancos daquela altura também tinham medo de trabalhar. Assim, foram até África e raptaram milhares de negros. Trouxeram-nos para a América para trabalhar duramente de graça. Esta política fez dos EUA o país mais rico do mundo.

Acham que tal riqueza e liberdade acalmou os brancos? Não! Ficaram ainda com mais medo! É que passados 200 anos de escravatura, havia mais pretos que brancos em muitas zonas do Sul. Adivinham o que se seguiu? Os escravos começaram a revoltar-se e decapitaram os seus velhos amos. Quando os brancos souberam, passaram-se e disseram: “Quero viver! Não me mates, preto grandalhão!”

Num instantinho aparece Samuel Colt, que, em 1936, inventou a primeira arma que podia disparar repetidamente sem precisar de ser recarregada. E os brancos do Sul puseram-se todos aos pulos. Mas era tarde demais.

O Norte vencera a Guerra Civil e os escravos foram libertados. Isso, foram libertados para decapitar os velhos amos. E puseram-se todos: “Oh não! Vamos morrer!”
Mas os escravos libertados não se vingaram, queriam apenas viver em Paz. E convencer os brancos disto? Formaram então o Klu Klux Klan. E em 1871, ano em que o KKK foi declarado uma organização terrorista ilegal, foi fundado um outro grupo, a Associação Nacional de Espingardas (NRA).

Num ápice, fizeram aprovar uma das primeiras leis de armamento, que proibia as pessoas de cor de andar armadas. Foi um ano formidável para a América, o KKK e o NRA!
Claro que não havia qualquer relação entre ambos e era tudo coincidência. Um grupo promovia legalmente a posse de armas, outro grupo matava e linchava os pretos.

E assim foi até 1955, quando uma negra infringiu a lei recusando-se a sentar-se nas traseiras de um autocarro. Os brancos nem queriam crer! E foi o descalabro! Por toda a parte, os negros reclamavam os seus direitos. E os brancos tiveram um enorme ataque de pânico. Só sabiam dizer: “Fujam, fujam!”. E fugiram para os subúrbios, onde tudo era branco, seguro e limpo.

Compraram 250 milhões de armas, puseram trancas nas portas, alarmes nas casas e cercas à volta dos bairros. Finalmente sentiam-se em segurança e muito protegidos.
E viveram todos felizes para sempre!



fonte: http://outrouniverso.blogs.sapo.pt/arquivo/250644.html

Uma breve cronologia da agressão dos EUA no mundo



Michael Moore - War Iraq US Aggression chronology

Capitalismo: Una historia de amor 1


WebIslam

O sonho americano visto como amor dos cidadãos americanos despedaçado pelas mentiras e traições do capitalismo. Milhares e milhares de pessoas perdendo seus empregos e suas casas diariamente. O filme é do grande e polêmico diretor Michael Moore, que tem sido um dos principais dissidentes da mídia estadunidense. Para variar, qualquer filme dele é imperdível.

Michael Moore denuncia al sistema capitalista, en una mirada que analiza la crisis financiera mundial y la economía estadounidense en plena decadencia. El director hace una llamada a la revolucíon de las clases sociales contra los opresores y despiadados empresarios sin escrupulos que no dudan en enriquecerse a costa de la vida de las personas de las formas mas crueles, sofisticadas, ilegales y moralmente indecentes jamas conocidas.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Morre Osama Bin Laden



Osama bin Laden Riade, 10 de março de 1957 — Abbottabad, 2 de maio de 2011 foi um dos membros sauditas da próspera família Bin Laden, além de líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista famosa pelos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos e numerosos outros contra alvos civis e militares.

Filho de Muhammed bin Laden, imigrante iemenita pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita, depois do próprio rei, Osama bin Laden era o filho único de sua décima esposa, Hamida al-Attas; seus pais se divorciaram logo depois que ele nasceu (a mãe de Osama se casou com Muhammad al-Attas e o novo casal teve quatro filhos). Osama bin Laden também é conhecido pelos seguintes nomes: Usama Bin Muhammad Bin Ladin, Shaykh Usama Bin Ladin, The Prince, The Emir, Abu Abdallah, Mujahid Shaykh, Hajj, The Director.

Desde 2001, bin Laden e sua organização tinham sido os maiores alvos da Guerra ao Terrorismo dos oficiais norte-americanos e esteve entre os Dez foragidos mais procurados pelo FBI, encabeçando a lista. Acreditou-se que Bin Laden e seus companheiros da al-Qaeda estavam escondidos próximos à costa do Afeganistão e das áreas tribais do Paquistão. Em 1 de maio de 2011, dez anos desde os atentados do 11 de setembro, o Presidente Barack Obama anunciou pela televisão que Osama bin Laden havia sido morto durante uma operação militar norte-americana em Abbottabad. Seu corpo teria ficado sob a custódia dos Estados Unidos e sido sepultado no mar após passar por rituais tradicionalmente islâmicos.


Juventude

Quando jovem e inexperiente, participou de forma voluntária na década de 1980 do esforço jihadista no Afeganistão, financiando e organizando grupos de árabes e acampamentos de milícias armadas no combate aos invasores soviéticos. Existem controvérsias quanto à ligação dos estadunidenses com Bin Laden nesse confronto. Contudo, em entrevista em 2001, exibida no documentário Fahrenheit 9/11, de Michael Moore, o príncipe Bandar Bin Sultan, embaixador saudita nos EUA na época, afirmou ter conhecido Osama Bin Laden na década de 80, durante o citado conflito, quando o líder guerrilheiro veio lhe agradecer por toda a ajuda que a Arábia e os EUA estavam dando contra os soviéticos. Posteriormente estabeleceu-se como importante investidor no Sudão, onde iniciou, em paralelo às suas atividades empresariais, a organização que mais tarde viria a se denominar Al Qaeda, originalmente destinada a combater a família real saudita. Bin Laden detestava os modos ocidentalizados, perdulários, corruptos e "pouco islâmicos" da família real. Tinha como objetivo alijá-la do poder e implantar no país a semente do que sempre sonhou - o novo califado islâmico. A família real, por ironia do destino, possuía grande consideração para com a família de Bin Laden.

Repercussão

No Sudão, em contato com outros grupos islâmicos, nomeadamente os de origem egípcia, foi gradualmente influenciado a ampliar o leque dos seus inimigos, passando a considerar também o combate ao xiitas, judeus e ocidentais de uma forma em geral. Nesta mesma época passou igualmente a considerar o terrorismo como alternativa de ação válida, financiando, de forma inicialmente discreta, algumas ações na Argélia e no Egito. Em 1995, após um atentado mal sucedido contra a vida do então presidente do Egito, Hosni Mubarak, o governo do Sudão, sob pressão dos países árabes, expulsou-o do país, não sem antes apropriar-se do seu patrimônio, delapidando as suas empresas e fazendas. Bin Laden foi então para o Afeganistão, quebrado, com as esposas e um grupo reduzido de seguidores fiéis. Nesta ocasião foi renegado pela família e perdeu a cidadania saudita.

No Afeganistão, sem as condições financeiras de outrora, passou a dedicar-se integralmente à causa islâmica, reconstruindo gradualmente a organização, unindo esforços com outros grupos islâmicos refugiados no país (destaque para o grupo egípcio "Al Jihad", liderado por Ayman al-Zawahri, que viria a se tornar o braço-direito de Bin Laden). Na caça cada vez mais delirante aos "infiéis", elegeu então os Estados Unidos como o grande inimigo a ser combatido - "a força maior dos cruzados". Aproximou-se dos Talibãs, grupo ironicamente financiado pelos Estados Unidos da América e Arábia Saudita. Tornou-se amigo e confidente do seu chefe, o Mulá Omar.

Do Afeganistão planejou e coordenou ataques de grande repercussão às embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e ao navio de guerra USS Cole, em 2000. Em decorrência destes atentados, tornou-se o terrorista mais procurado pelos Estados Unidos da América. Em 2001, foi acusado pelos governo dos Estados Unidos de cometer os atentados de 11 de Setembro.

Busca

Acreditava-se que estaria escondido em algum lugar da fronteira montanhosa entre o Afeganistão e o Paquistão. O jornal francês L'Est Republicain de 23 de setembro de 2006, baseado em informações não confirmadas do serviço secreto francês, chegou a afirmar que Bin Laden teria morrido de tifo durante o mês de agosto de 2006. Em 8 de setembro de 2007, no entanto, um novo vídeo de 30 minutos de duração foi divulgado, demonstrando que Bin Laden estava vivo e bem de saúde. Neste vídeo ele aparece, pela primeira vez, com a barba tingida.

O governo dos Estados Unidos oferecia a recompensa de US$25 milhões de dólares a quem desse informações relevantes da localização do terrorista. Em 13 de julho de 2007, a recompensa foi dobrada para US$50 milhões.

fonte: Enciclopédia livre

sábado, 30 de abril de 2011

Morre filho mais novo de Gadafi em ataque da Otan



O filho mais novo do líder líbio Muamar Kadhafi, Saif al-Arab Kadhafi, foi morto sábado dia 30 de Abril durante um ataque aéreo da Otan e foi anunciado por um porta-voz do regime em Trípoli, capital do Líbano. Três netos do ditador também estavam na casa e morreram.

Saif al-Arab tinha 29 anos de idade, era civil e estudava Alemanha. Autoridades líbias levaram jornalistas à casa que foi atingida por pelo menos três mísseis. O telhado desabou completamente em algumas áreas.

Posible muerte de un hijo de Gadafi

Gadafi : "A guerra será longa"

O filho do líder líbio, Saif al-Islam Kadhafi




O regime de Muammar Kadhafi assegura que o fim dos combates está para breve. A euronews entrevistou em Tripoli o filho do líder líbio, Saif al-Islam Kadhafi, que disparou em todas as direções. A campanha do presidente francês, Nicolas Sarkozy, foi financiada com dinheiro líbio e a Liga Árabe é um teatro de déspotas a representar a democracia.

Líbano - Guerra Civil?

domingo, 20 de março de 2011

Presidente dos EUA, Barack Obama - Discurso no Rio de Janeiro



O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo (20), em seu pronunciamento ao povo brasileiro, que EUA e Brasil não devem ser parceiros "sênior" e "júnior", mas "parceiros iguais".

A declaração foi feita no pronunciamento de Obama ao povo brasileiro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Obama começou o discurso em um clima informal, arriscando-se a dizer "Oi, Rio de Janeiro!", "Alô, cidade maravilhosa!" e "Boa tarde a todo o povo brasileiro!" em um português com sotaque. O primeiro presidente negro dos EUA agradeceu ao "calor e à generosidade" com que o povo brasileiro recebeu-o e à sua família nestes dois dias de sua primeira visita oficial ao país.

Ele brincou dizendo que "soube que tem um jogo importante de futebol" entre Vasco x Botafogo neste domingo no Rio e que "o povo brasileiro leva o futebol a sério", então agradeceu aos presentes que preferiram prestigiá-lo em vez de ver o jogo.

O democrata lembrou que sua primeira lembrança do Brasil foi ter visto o filme "Orfeu Negro", de Marcel Camus, baseado na peça "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes, quando era criança, com sua mãe. Ele afirmou que sua mãe, já falecida. jamais poderia imaginar que sua primeira viagem ao Brasil seria como presidente dos EUA.

Fonte: G1 20 de março 2011

Operação Militar contra Líbia



A Líbia é um país do norte de África, limitado a norte pelo Mar Mediterrâneo, a leste pelo Egito e pelo Sudão, a sul pelo Chade e pelo Níger e a oeste pela Argélia e pela Tunísia. Sua capital é Trípoli. É o país com o maior IDH da África e um dos poucos do continente que apresentam IDH alto.

A partir de 2011 a Líbia passou a não ter governo definitivo, visto que até então o único governo que o país tinha reconhecido como legítimo era a Grande República Socialista Popular Árabe da Líbia, mas em 2011 a França reconheceu a República Líbia como o governo oficial, resultando então numa disputa entre os dois governos.

Autorizada pelo Conselho de Segurança a ofensiva na Líbia envolve a França, o Reino Unido e outros países aliados dos EUA para destruir a capacidade do ditador líbio, Muammar Gaddafi, de massacrar os rebeldes que tentam dar fim ao seu regime de mais de quatro décadas.

Em conversa exclusiva com jornalistas americanos, Obama afirmou na tarde de sábado que a operação havia acabado de começar e tinha como objetivo proteger os civis do país norte-africano.

- Os EUA agem junto com coalizão e comprometido em reforçar proteção aos civis determinada pelas Nações Unidas.

Obama disse que a comunidade internacional havia oferecido “oportunidade” de cessar-fogo a Gaddafi e, apesar das palavras do governo líbio de que terminaria os ataques a opositores, o ditador “ignorou oportunidade”.

- Gaddafi disse que não haveria perdão aos rebeldes e comunidade internacional teve que agir. Estou ciente do risco dessa ação militar. Não era uma opção que tomaria de forma leviana.

O presidente reafirmou que os EUA não pretendem enviar tropas para ataques terrestres.


O bombardeio americano, lançado de navios e submarinos no mar Mediterrâneo, aconteceu horas depois de aviões franceses terem aberto fogo contra tanques de guerra e tropas no país africano, nos primeiros ataques contra Gaddafi.

Na internet, militantes de esquerda protestaram contra o fato de Obama ter anunciado o ataque estando no Brasil. O site Vermelho, ligado ao PC do B, partido da base aliada do governo, publicou texto em que diz que Obama “desonrou” o Brasil e violou as regras de hospitalidade ao dar o OK para o ataque em um país que tradicionalmente advoga a solução pacífica para conflitos e que se absteve na votação do Conselho de Segurança sobre a Líbia na semana passada.

Na tarde de sexta-feira (18), manifestantes ligados ao PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e policiais militares haviam entrado em confronto em frente ao Consulado dos Estados Unidos durante um protesto contra a visita de Obama. Um coquetel Molotov chegou a ser jogado contra o prédio do consulado.

fonte: R7 noticias

sexta-feira, 11 de março de 2011

Fernando Henrique Cardoso - Biografia


Fernando Henrique Cardoso (Rio de Janeiro, 18 de junho de 1931), conhecido popularmente como FHC, é um sociólogo ecientista político brasileiro. Professor Emérito da Universidade de São Paulo, lecionou também no exterior, notadamente naUniversidade de Paris.Foi funcionário da CEPAL, membro do CEBRAP, Senador da República (1983 a 1992),Ministro das Relações Exteriores (1992), Ministro da Fazenda (1993 e 1994) e presidente do Brasil por duas vezes (1995 a 2002).

Títulos
- 1952 Licenciado em Ciências Sociais, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Universidade de São Paulo

- 1953 Especialização em Sociologia, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Universidade de São Paulo

- 1961 Doutorado em Ciências, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Universidade de São Paulo

- 1962/63 Curso de pós-graduação, Laboratoire de Sociologie Industrielle, Université de Paris
1963 Livre Docência em Sociologia, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Universidade de São Paulo

- 1968 Titular da cátedra de Ciência Política, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Universidade de São Paulo

-Doutor Honoris Causa pela Universidade de Rutgers (New Jersey),
-Doutor Honoris Causa pela Universidade Notre Dame (Indiana),
-Doutor Honoris Causa pela UniversidadeCentral de Caracas (Venezuela),
-Doutor Honoris Causa pela Universidadedo Chile,
-Doutor Honoris Causa pela Universidadeda FLACSO,
-Doutor Honoris Causa pela Universidadedo Porto e de Coimbra (Portugal),
-Doutor Honoris Causa pela Universidade Livre de Berlim (Alemanha),
-Doutor Honoris Causa pela UniversidadeSofia (Japão).
-Doutor Honoris Causa pelas Universidades Lumière Lyon 2 (France),
-Doutor Honoris Causa pela Universidade Bolonha (Itália),
-Doutor Honoris Causa pela UniversidadeNitra (Eslováquia),
-Doutor Honoris Causa pela Universidade Oxford,
-Doutor Honoris Causa pela UniversidadeCambridge e Londres (Inglaterra),
-Doutor Honoris Causa pela Universidade Jerusalem (Israel)
-Doutor Honoris Causa pela UniversidadeMoscou (Rússia).


Graduado em Sociologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, desenvolveu considerável carreira acadêmica, tendo produzido diversos estudos sociais em nível regional, nacional e global, e recebido diversos prêmios e menções honrosas pelos trabalhos. Foi eleito o 11º pensador global mais importante, pela revista Foreign Policy em 2009, pelo pensamento e contribuição para o debate sobre a política antidrogas.


É co-fundador, filiado e presidente de honra do Partido da Social Democracia Brasileira(PSDB).
Natural do Rio de Janeiro, radicou-se em São Paulo, tendo casado com a antropóloga Ruth Cardoso, com quem teve três filhos (Paulo Henrique, Luciana e Beatriz).

Atualmente, preside o Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC, São Paulo) e participa de diversos conselhos consultivos em diferentes órgãos no exterior, como o Clinton Global Initiative, Brown University e United Nations Foundation.

Origem e formação

Descendente de militares revolucionários (do chamado Tenentismo) de 1922 e 1930.

Descende de três gerações de generais: é bisneto do goiano Felicíssimo do Espírito Santo Cardoso, neto de Joaquim Inácio Batista Cardoso e filho Leônidas Cardoso, que foi um dos tenentes de 1930. O avô materno do General Felicíssimo foi o Capitão-General José Manoel da Silva e Oliveira, que teve grande liderança política em Goiás e no Triângulo Mineiro (na época pertencente a Goiás), por volta de 1800, tendo deixado obras manuscritas sobre as minas de Goiás. O Capitão José Manuel era irmão do fundador de Uberaba Antônio Eustáquio da Silva e Oliveira.

O pai do Capitão-General José Manoel, o Sargento-Mor João da Silva de Oliveira, foi vereador em Ouro Preto na época daInconfidência mineira. Essa família veio de Portugal fugindo das perseguições do Caso Távora, e por isso via com bons olhos DonaMaria I que anistiou os Távoras. Também tem origens africanas , uma trisavó dele era negra e uma bisavó era mulata.

Fernando Henrique Cardoso formou-se em Sociologia na antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) e se tornou um estudioso do marxismo graças à influência de seu professor e amigo, o sociólogo Florestan Fernandes. Além de Marx, teve predileção por Maquiavel, Max Weber, Antonio Gramsci e Alexis de Tocqueville. Na época de estudante, fez parte de um grupo de estudos que se dedicou à leitura e discussão da obra O Capital, de Karl Marx.

Em 1953, casou-se com a antropóloga Ruth Corrêa Leite Cardoso, falecida em 24 de junho de 2008. Foi o intérprete das palestras do filósofo francês Jean-Paul Sartre no Brasil, em 1960.
Foi professor de sociologia da USP. Durante o regime militar, esteve exilado no Chile e na França.

Em 1968, voltou ao Brasil e assumiu por concurso público a cátedra de Ciência Política da USP, mas foi afastado pelo Decreto-lei 477, o "AI-5 das universidades”. Lecionou no Chile, na França, Inglaterra e nos Estados Unidos. Na França, acompanhou de perto o movimento de Maio de 1968 iniciado justamente na Universidade que Fernando Henrique lecionava: Universidade de Paris X - Nanterre, em 22 de março de 1968.

Teórico da Teoria da dependência com a publicação do livro Dependência e Desenvolvimento na América Latina, em 1969, em parceria com Enzo Faletto.
Nos anos 70 foi pesquisador e diretor do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e se aproximou do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), colaborando na reelaboração do programa do partido.

Militância no MDB

Estimulou o MDB a moldar-se no Partido Democrata norte-americano, isto é, um partido "omnibus" — em latim, "para todos", ou seja, de uma frente ampla. Ele pregava que tanto fazendo alianças amplas como repudiando a luta armada o MDB chegaria ao poder pelo voto. Em 1978, saiu dos bastidores acadêmicos da política e começa a participar em campanhas políticas pessoalmente. Nesse ano se lança candidato ao Senado por São Paulo mas perde o pleito. Torna-se suplente de Franco Montoro que fora eleito nessa eleição senador da república.

Em 1980, quando se extinguiu o bipartidarismo e autorizou-se o multipartidarismo, FHC filiou-se ao PMDB, partido que era o sucessor natural do antigo MDB. FHC assume uma cadeira no Senado em 1983, quando Montoro renunciou ao mandato de senador para assumir o governo de São Paulo.

Participação no Diretas-já

A partir de 1983, com a posse de 10 governadores de oposição ao governo de João Figueiredo, FHC participa das articulações visando a transição do regime militar para a democracia. Torna-se um dos grandes articuladores do "Diretas-já", amplo movimento social e político que revindicava eleições democráticas para presidente já no final do governo do presidente João Figueiredo.

Com prestígio junto a Tancredo Neves e Ulisses Guimarães e trânsito entre os militares e na maçonaria, FHC contribuiu para que não houvesse radicalização política e que acontecesse uma transição pacífica do regime militar para a democracia em 1985. Teve voz na formação do governo de Tancredo Neves, mas a morte deste, seguida da ascensão de José Sarney, reduziu sua área de influência.

Governo Sarney
Durante o governo Sarney exerceu apenas o cargo de líder do governo no Congresso Nacional — função criada especialmente para ele por Tancredo Neves quando o senador Humberto Lucena (do PMDB da Paraíba), surpreendentemente derrotado por seu correligionário José Fragelli na disputa pela presidência do Senado Federal, teve de ser mantido na posição de líder do governo no Senado.


Em 1985 foi derrotado para a prefeitura de São Paulo por Jânio Quadros. No dia da eleição foi publicada na capa de alguns jornais uma foto de Fernando Henrique sentado na cadeira de prefeito, foto essa mais tarde considerada "fatídica" pela revista Veja em São Paulo.nSegundo versão da revista, o candidato teria feito uma "gentileza" à publicação na véspera, que firmou um acordo de cavalheiros com ele de que a foto ilustraria a capa da edição seguinte caso ele ganhasse as eleições, caso contrário, seria arquivada.Um fotógrafo do jornal O Estado de S. Paulo propôs acordo idêntico e também ganhou autorização para documentar a cena, o que gerou protestos dos fotógrafos do Jornal do Brasil e da Folha de S. Paulo, que também teriam concordado com o acordo. Mas no dia seguinte os dois últimos jornais resolveram publicar a foto.

Durante a campanha eleitoral, ocorreu um dos momentos mais embaraçosos de FHC na sua vida. Em um debate televisionado, ao vivo, foi lhe perguntado sobre a existência de Deus. FHC gaguejou e deu uma resposta dúbia. Seu adversário, Jânio Quadros, explorou na TV a falta de crença de FHC durante o final da campanha, sendo realizada uma campanhadifamatória de cunho religioso. No dia de finados, panfletos em cemitérios diziam aos frequentadores que um dos candidatos acreditava que os mortos velados não estavam com Deus. Na campanha, FHC foi chamado de maconheiro e ateu.


Em 1986 foi reeleito senador quando o PMDB teve uma vitória grande em todo o Brasil devido à popularidade do Plano Cruzado. Naquele ano, Mário Covas e FHC tornaram-se, nessa ordem, os senadores mais votados da história tendo tido cada um mais votos que o governador eleito Orestes Quércia e bateram o recorde de Jânio Quadros em 1960. Este fato tornou Mário Covas e FHC os principais líderes nacionais do PMDB.

Em 1988, devido ao fato de não ter espaço no PMDB, FHC participou da fundação de um novo partido político, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que reunia vários próceres políticos do PMDB oriundos principalmente de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, descontentes com o controle do PMDB em seus estados pelos então governadores Orestes Quércia, Newton Cardoso e Álvaro Dias.FHC foi membro da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a constituição de 1988.

Governo Collor

Exercia o cargo de senador pelo PSDB apoiando o executivo. Em discurso proferido no plenário em 24 de março de 1990, 9 dias após o início da vigência do Plano Collor, discursou "sabe V. Exª que sou defensor do plano. Sabe V. Exª que não sou só eu, mas o meu partido". No escrutínio do impeachment do presidente Fernando Collor, votou a favor do afastamento do presidente.

Governo Itamar Franco e Plano Real

Plano Real

Teve atuação destacada em 1992 na transição pacífica do governo Collor para o governo de Itamar Franco. FHC foi, de 1992 a 1993, Ministro das Relações Exteriores de Itamar.



Em 19 de maio de 1993 assumiu o Ministério da Fazenda, cargo que ocupou até o dia 30 de março de 1994, sendo sucedido por Rubens Ricupero. Nesse período começou a implantar o Plano Real, que foi dividido em três etapas, sendo as duas primeiras implantadas enquanto FHC era Ministro. A primeira etapa foi o Programa de Ação Imediata — PAI, que estabeleceu um conjunto de medidas voltadas para a redução e maior eficiência dos gastos da União no exercício de 1993.Numa segunda etapa, já no ano de 1994, editou-se a Medida Provisória nº 434, de 28 de fevereiro, que criou a URV — Unidade Real de Valor —, já prevendo sua posterior transformação no Real. Fernando Henrique deixa o cargo de Ministro da Fazendo em meados de março de 1994, para cumprir o prazo de desincompatibilização para disputar a Presidência. Em 30 de junho de 1994 o então Ministro da Fazenda de Itamar Franco Rubens Ricupero encaminhou ao presidente a Exposição de Motivos da MP do Plano Real E.M. Interministerial Nº 205/MF/SEPLAN/MJ/MTb/MPS/MS/SAF que disciplinou o Plano Real, o Sistema Monetário Nacional, as regras e condições de emissão da moeda Real e os critérios para conversão das obrigações para o Real. Esse plano de estabilização econômica foi idealizado por uma equipe de economistas agrupados por FHC, de que faziam parte Persio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha,Clóvis Carvalho, Winston Fritsch, entre outros.

Até então, Itamar Franco consentia com a ideia de tratar FHC como o "pai do Real", e o apoiava. No entanto, mais recentemente, nega tal informação: "A parte principal que quero rebater é a afirmação de que quando ele deixou o Ministério da Fazenda para se candidatar, tudo estava pronto e feito. Isto é uma inverdade." Em entrevista dada ao Jornal do Brasil, Itamar diz que o nome de Fernando Henrique surgiu por exclusão.

Eleição presidencial brasileira de 1994.



Eleição presidencial brasileira de 1994

Em outubro de 1994 foi eleito Presidente da República em primeiro turno, tendo sido fundamental para a sua eleição o sucesso do Plano Real, que fora finalizado pelo presidente Itamar Franco durante o mandato de seu ministro da fazenda Rubens Ricupero, em junho daquele ano. Fernando Henrique Cardoso, no entanto, para favorecer sua eleição — então com a concordância de Itamar, que o apoiava — assinou como se ainda fosse ministro da fazenda as cédulas da nova moeda Real, embora quando elas entraram em circulação ele já não fosse mais ministro havia 4 meses.



Tomou posse como presidente em 1 de janeiro de 1995, tendo nos dois mandatos como vice-presidente o ex-governador de Pernambuco e senador Marco Maciel, do PFL, uma das principais lideranças civis que apoiaram os governos militares pós 64. Na cerimônia de posse, no Congresso Nacional, FHC prometeu acabar com a fome e a miséria no Brasil. Reafirmou compromissos de campanha e disse que sua eleição representou uma "opção clara dos eleitores pela continuidade do Plano Real". Já como presidente, deu posse a seus ministros, dos quais o mais aplaudido foi o então ministros dos esportes, Pelé. Os primeiros atos do presidente foram a extinção da Legião Brasileira de Assistência LBA e dos ministérios do Bem-Estar Social e da Integração Regional.
A política de estabilidade e da continuidade do Plano Real foi o principal apelo da campanha eleitoral de 1998 para a reeleição de FHC. Foi reeleito já no primeiro turno.


FHC conseguiu para a sua eleição à presidência o apoio total do PSDB, do PFL, do PTB (que o apoiou nas duas eleições presidenciais), do Partido Progressista Brasileiro — PPB (atual PP) e de parte do PMDB, e conseguiu manter estes apoios nos seus 8 anos de governo, o que deu relativa estabilidade política ao Brasil neste período.

No primeiro mandato, FHC conseguiu a aprovação de uma emenda constitucional que criou a reeleição para os cargos eletivos do Executivo, sendo o primeiro presidente brasileiro a ser reeleito. Em seu governo houve denúncias de corrupção,dentre as quais merecem destaque as acusações de compra de parlamentares para aprovação da reeleição e de favorecimento de alguns grupos financeiros no processo deprivatização de empresas estatais.A Polícia Federal estima que entre 1992 e 2002 (governo FHC) e 2003/2004 (governo Lula) aquele grupo girou mais de US$ 2 bilhões através do Opportunity Fund — e os escândalos do caixa dois de sua campanha eleitoral, cujas planilhas mencionavam subsidiárias da empresa Alstom que, segundo o Der Spiegel, está sendo acusada pelo governo suíço de ter pago em 1998, através da Companía de Asesores de Energia, uma empresa panamenha, propinas no valor de 200 milhões de dólares a integrantes do governo brasileiro para obter a concessão da Usina Hidrelétrica de Itá no Brasil, no episódio conhecido como o Escândalo do caso Alstom.

O fim de seu segundo mandato foi marcado por uma crise no setor energético, que ficou conhecida como Crise do apagão. A crise ocorreu por falta de planejamento e ausência de investimentos em geração e distribuição de energia, e foi agravada pelas poucas chuvas.Com a escassez de chuva, o nível de água dos reservatórios das hidrelétricas baixou e os brasileiros foram obrigados a racionar energia. A crise acabou afetando a econo
mia, e consequentemente provocou uma grande queda na popularidade de FHC.

No início de seu segundo mandato, uma forte desvalorização da moeda provocada por crises financeiras internacionais (México, Rússia eÁsia) leva o Brasil a uma grave crise financeira que, para ser controlada, teve como consequência um aumento dos juros, o que levou aos juros reais mais altos de sua história e a um aumento enorme na dívida interna.


No governo FHC, foi implantado o gasoduto Brasil-Bolívia. Foi criado o Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), que garante mais recursos para o ensino fundamental. Em 1997, entrou em vigor a atual lei eleitoral que se pretende definitiva, pois, antes, havia uma lei eleitoral nova a cada eleição. Foram criadas novas legislações como o atual Código de Trânsito Brasileiro.

Nas eleições de 2002, seu partido, o PSDB, lança como candidato à presidência o ex-ministro da saúde, planejamento e senador por São Paulo José Serra, um dos principais colaboradores do governo de FHC. Todavia, sai como vencedor do pleito o ex-sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva do PT, adversário político e crítico ardoroso da política econômica nos seus dois governos.

O segundo mandato do presidente FHC findou-se no dia 1º de janeiro de 2003, com a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. FHC foi o primeiro civil eleito pelo voto direto que conseguiu terminar o mandato de presidente desde Juscelino Kubitschek e até, aquele momento, o segundo presidente brasileiro que governou por mais tempo, depois de Getúlio Vargas.


Em 1997, FHC privatizou a companhia Vale do Rio Doce, fundada pelo governo federal em 1942, vendendo a parte acionária pertencente ao governo (aproximadamente 27%) e seu controle. Atualmente a Vale do Rio Doce é a maior empresa privada do Brasil, com valor de mercado estimado em 127 bilhões de dólares. Defensores da privatização da empresa alegam que a medida foi benéfica, uma vez que hoje ela gera mais empregos ao país e mais impostos ao Governo Federal do que na época em que ainda era estatal (mantém cerca de 60 000 pessoas empregadas, e recolhe 3 bilhões de dólares em impostos ao ano. Em 2008, faturou 38,5 bilhões de dólares e foi responsável por metade do superávit primário do Brasil).A privatização da Vale, entretanto, é alvo de muitas críticas e polêmicas até hoje. O senador Pedro Simon do PMDB considera que a privatização da Vale foi uma "doação da empresa pública a um grupo privado", alegando que o FHC vendeu a empresa por menos do que o governo do Rio Grande do Sul vendeu a Companhia de Energia Elétrica do Estado.

FHC continuou o processo de privatização de empresas estatais iniciadas por Fernando Collor. Enfrentou, por isto, greve de servidores destasempresas. Foi concedida à iniciativa privada, por tempo determinado, a operação de algumas rodovias federais, como a Rodovia Presidente Dutra (que liga as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro), e foram privatizados a maioria bancos estaduais, responsáveis por grande parte do déficit público, e o sistema telefônico brasileiro, que gerava altos déficits, cobrava altos preços, atrasava as entregas e mantinha grande demanda reprimida.
A presidência de Fernando Henrique Cardoso também se destacou pela reforma do Estado promovida em seus dois mandatos.

FHC elaborou um Plano Diretor da Reforma do Estado, de acordo com o qual seria priorizado o investimento em carreiras estratégicas para a gestão do setor público. Esta reforma do estado era entendida como uma ruptura com a era Vargas e o Estado Novo, pois entendia-se que o estado interventor na economia que tinha surgido com Getúlio Vargas perdurava até os anos 1990.

FHC conseguiu a aprovação de várias emendas à constituição, que facilitaram a entrada de empresas estrangeiras no Brasil, o que ajudou a acirrar a concorrência interna e diminuir preços, beneficiando a população. Fernando Henrique sancionou a Lei do Petróleo, uma lei ordinária que revogou a Lei N° 2004, e assim acabou com o monopólio estatal do petróleo no Brasil. Em geral, FHC tentou atacar todas as fontes de déficit público, para eliminar o problema crônico da inflação, fazendo, por exemplo, em 1999 uma reforma da previdência social. Pelo mesmo motivo, evitou conceder aumentos de salário aos servidores públicos.

Foi adotada a terceirização de serviços e de empregos públicos em áreas consideradas não-essenciais. Foram aprovadas leis mais duras sobre crimes contra o sistema financeiro e uma lei criminalizando a tortura policial. Entrou em vigor em 1998 um código de trânsito mais rigoroso para diminuir número de acidentes nas rodovias. Entrou em vigor em 2000 a lei de responsabilidade fiscal (LRF), que se caracteriza pelo rigor exigido na execução do orçamento público. A lei limita o endividamento dos estados e municípios e os gastos com funcionalismo público. A oposição, inclusive o PT, votaram contra.

FHC criou o Bolsa Escola, e outros programas sociais destinados à população de baixa renda, que atingiu 4 milhões de famílias beneficiadas (programas que mais tarde seriam transformados em um só pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, com o nome Bolsa Família).

Ampliou-se muito, no governo FHC, o investimento privado em educação superior (faculdades e pós-graduação), especialmente pela criação de linhas de crédito para Instituições de Ensino. Houve um salto nos índices de brasileiros cursando nível superior e ensino médio.

FHC também investiu em infraestrutura, duplicando importantes rodovias brasileiras: o trecho Belo Horizonte-São Paulo-Curitiba-Florianópolis, de 1290 km , por onde passa grande parte da economia brasileira; e os trechos BR-232 (140 km entre Recife e Caruaru) e BR-230 (132 km entre João Pessoa e Campina Grande), incrementando a economia nordestina. FHC também asfaltou rodovias de terra da Região Norte, para melhorar a economia e a integração nacional: com a Venezuela, ao asfaltar a rodovia BR-174 (988 km ligando Manaus-Boa Vista-fronteira com Venezuela), e com o Peru e Bolívia, ao asfaltar a rodovia BR-317 (331 km ligando Rio Branco à Assis Brasil, na fronteira tríplice).

Foi na época de seu governo que o termo "BRIC" (um acrônimo de Brasil, Rússia, Índia e China) foi criado pelo economista-chefe do Goldman Sachs, Jim O'Neill, numa referência aos países que despontavam da condição de emergentes para futuras potências econômicas mundiais.Obra acadêmica Como sociólogo, FHC escreveu obras importantes para a teoria do desenvolvimento econômico e das relações internacionais.

Dedicou-se ao aprofundamento de suas teorias durante o período em que viveu no exílio durante o regime militar, ou golpe militar de 1964. Foi um dos ideólogos da corrente dependentista ou desenvolvimentista. Participando dos grupos de estudos que resultaram na elaboração da Teoria da Dependência, diferenciando-se porém, da vertente marxista, liderada por Theotonio dos Santos e Ruy Mauro Marini. Sua teoria sugere que os países subdesenvolvidos devam se associar entre si, buscando um caminho capitalista alternativo para o desenvolvimento, livrando-se da dependência das grandes potências. FHC era contrário à tese de que os países do terceiro mundo se desenvolveriam só se tivessem uma revolução socialista.
Em julho de 1995, Fernando Henrique Cardoso foi homenageado com os graus de doutor honoris causa da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.


Vida pós-presidência

Fernando Henrique Cardoso, Tasso Jereissati e Geraldo Alckmin. Em 2004, FHC fundou o Instituto Fernando Henrique Cardoso, uma instituição sem fins lucrativos que pretende reunir sua obra e propor discussões sobre o Brasil e a América Latina.Foi professor at large do Watson Institute for International Studies (Brown University) de 2003 a 2007. Em 2004, foi eleito um membro da placa consultiva da Universidade do Sul da Califórnia, Centro da Diplomacia Pública. Em 2005, foi eleito através de uma votação feita pela internet e organizada pela revista britânica Prospect um dos cem maiores intelectuais ainda vivos do mundo.É membro do Clube de Roma. Em 2005 tornou-se Doutor Honoris Causa pela Universidade de Montreal.

Fernando Henrique Cardoso é co-presidente do Inter-American Dialogue. É membro dos Conselhos Consultivos do Institute for Advanced Study, da Universidade de Princeton, e da Fundação Rockefeller, em Nova Iorque. Desde junho de 2005, preside a Fundação Osesp, organização criada para manter a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Até pouco tempo foi presidente do Club de Madrid, cargo que passou ao ex-presidente do Chile, Ricardo Lagos. Escreveu uma autobiografia avaliando seu governo chamada "A arte da política" e um outro livro "Carta a um jovem político". Em 7 de setembro de 2006, FHC lançou uma "Carta aos Brasileiros" onde analisa o momento político e as eleições de 2006. Sua mulher, a antropóloga Ruth Cardoso, faleceu em 24 de junho de 2008, vitimada por uma arritmia cardíaca.Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

FHC apoia a descriminalização da posse de pequenas quantidades de drogas para uso pessoal e é integrante da Comissão Latino-americana de Drogas e Democracia, que defende uma nova abordagem contra o tráfico.Segundo FHC a atual política de combate às drogas pela repressão não está funcionando e é necessário outras medidas como a mudança da legislação para pequenos traficantes, com pena diferenciada.[42] De acordo com ele é necessário criar campanhas de conscientização que indiquem que estas drogas fazem mal, assim como é feito com o cigarro e que apenas a descriminalização de forma isolada não resolveria o problema, sendo necessário um trabalho preventivo.

Em 2010 novamente foi apontado pela Revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes do ano, comprovando a influência do ex-presidente FHC no cenário da política nacional.

Em fevereiro de 2011, o ex-presidente FHC estrelou o horário político do PSDB.Em quase metade do programa do partido, FHC respondeu a perguntas de uma platéia formada por jovens, Fernando Henrique Cardoso mostrou as ideologias do partido e fez um apelo que os jovens participem ativamente da vida política nacional. O sóciologo defendeu a defesa pelo meio ambiente e afirmou que os partidos políticos precisam estar mais próximos da populacção brasileira.FHC criticou a gestão anterior de Lula, afirmou estar decepcionado ,como político e sociologo, com ex-presidente petista.FHC enfatizou uma maior participação das mulheres na política, criticou qualquer forma de opressão a liberdade de expressão e defendeu que a Internet seja utilizada como um meio de participação da população com as lideranças e temas políticos.

Ainda em fevereiro de 2011, FHC participou do programa Esquenta! da Rede Globo, no programa o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu a descriminalização das drogas e disse que o modelo dos EUA no combate as drogas fracassou.Ainda no programa foi elogiado pela apresentadora do programa, Regina Casé , sobre a grande importância do controle da inflação.Ao ser parabenizado pela criação do Plano Real, o sóciologo destacou " Eu não acabei com a inflação sozinho".Fernando Henrique foi muito aplaudido pelos convidados e a platéia do programa.

Livros de FHC sobre política e governo

A arte da política — A história que vivi, Editora Civilização Brasileira, 2006.

Cartas a um jovem político — Para construir um Brasil melhor, Editora Alegro, 2006.

O mundo em português, Editora Paz e Terra,1998.

O presidente segundo o sociólogo, Editora Companhia das Letras, 1998.

Mãos à Obra, Brasil, 1994.

Perspectivas, Editora Paz e Terra, 1983.

Dependência e Desenvolvimento na América Latina, Editora México, 1969.


fonte: Enciclopédia livre; http://www.palestrantes.org

quinta-feira, 10 de março de 2011

www.cinelmotion.eu

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CinELmotion – El cine Europeo y Latinoamericano en movimiento


cinELmotion Project
cinELmotion Consortium
Los objetivos
Las acciones
Para contactar


Proyecto CinELmotion

CinELmotion pone de manifiesto el valor del cine por su capacidad de promover el diálogo y el conocimiento mutuo entre Europa y Latinoamérica. Además, resalta el poder del cine como recurso didáctico para promover la alfabetización mediática.

Hoy en día, el cine es capaz de captar la atención, atraer e impactar a las audiencias a pesar de la creciente cantidad de imágenes y publicidad que el público recibe a diario. Así, el cine se constituye como una herramienta muy potente para conocer y comprender la sociedad, la historia, los valores y la cultura propia y ajena.

El Proyecto CinELmotion quiere activar esta oportunidad: comprende una serie de acciones con el fin de contribuir al reconocimiento de obras cinematográficas europeas en América Latina y obras latinoamericanas en Europa para permitir a los jóvenes apreciar y participar en un diálogo intercultural por intermedio del cinema.
CinELmotion promueve el cine Europeo y Latinoamericano, aportando herramientas para comprender y evaluar críticamente sus contenidos. Además, busca proveer al público de herramientas educativas basadas en el cine.

En resumen: El cine Europeo y Latinoamericano en movimiento


Consorcio CinELmotion

Gracias a la subvención concedida por la Comisión Europea, dentro del programa MEDIA International, el consorcio CinELmotion fue conformado por EAVI (European Association for Viewers Interests), ATEI (Asociación de Televisiones Educativas y Culturales Iberoamericanas), Mizar Multimedia, el Ministerio de Innovación yCultura de la Provincia de Santa Fe (Argentina) y TeVé Ciudad (Montevideo, Uruguay) para desarrollar el proyecto CinELmotion.



EAVI (The European Association for Viewers Interests) fue creada representar y avanzar los intereses de los usuarios de medios a nivel Europeo. Las más de 31 instituciones civiles, universidades, de 21 países europeos y no europeos con quienes se ha firmado un acuerdo de colaboración muestran la importancia de la Asociación.

ATEI (La Asociación de las Televisiones Educativas y Culturales Iberoamericanas) está compuesta por más de 158 instituciones relacionadas con la televisión educativa, incluyendo ministerios, universidades, ONGs, y más de 66 canales de televisión iberoamericanos con el objetivo de promover la educación y la cultura en Iberoamericanas. Produce y difunde contenidos a través de satélite, redes locales e Internet a más de 21 países latinoamericanas, Estados Unidos, Canadá y Gran Bretaña.
Mizar Multimedia es una empresa especializada en el desarrollo de contenidos -tanto audiovisuales, interactivos e impresos- y campañas educativas y culturales. Ha creado métodos de aprendizaje para editoriales de todo el mundo. Su labor en la alfabetización mediática ha sido muy activa, promoviendo, entre otros, la asociación internacional Mentor Association para promover la educación en medios en el área del Mediterráneo, y ha colaborado con la Alianza de las civilizaciones de las Naciones Unidas.

El Ministerio de Innovación y Cultura del Gobierno de Santa Fe en Argentina, promueve entre otros, el Festival Nacional de Cine de Vecinos y El Festival de Relatos Cortos. Además, fomenta el conocimiento y uso de los medios con finalidades educativas y fomentar la capacidad de expresión en la población argentina en colaboración con asociaciones y grandes empresas del sector audiovisual y comunicativo (Excebiei Entertainment, Artear Argentina, Audiovisuales Educativos AVE, etc.).

Tévé Ciudad de Montevideo, Uruguay, tiene acceso directo a la audiencia del país y tiene capacidad de difundir en televisiones latinoamericanas, asegurando la visibilidad de los materiales a una gran audiencia.

Los objetivos

El objetivo principal de CinELmotion es promover la educación y alfabetización en cine de los jóvenes europeos y latinoamericanos; y potenciar la conciencia y comprensión crítica de los medios y concretamente del cine. En general CiELmotion busca enseñar a seleccionar, ver, apreciar, y evaluar críticamente al cine.

En un mundo en el que los nuevos medios invaden todos los espacios y tiempos de nuestras vidas, especialmente entre los jóvenes, CinELmotion quiere contribuir a:

* Generar una actitud activa y una mirada crítica ante las obras cinematográficas.
* Fomentar el interés y la sensibilidad por trabajos audiovisuales diversos.
* Potenciar el reconocimiento de las obras cinematográficas propias y de otras culturas, actuales e históricas.

Las acciones

CinELmotion comprende tres grandes tipos de acciones dirigidas a dos segmentos de público estratégicos, los jóvenes y los docentes.

* Programa de televisión:
Producción y difusión de tres programas de televisión sobre el cine Latinoamericano y Europeo con un enfoque educativo basado en semejanzas y diferencias entre estos dos cinemas.

Los tres programas se emitirán a partir de abril de 2010 por la mayoría de los 113 canales asociados a ATEI .

* CinELmotion.eu:
Esta plataforma online es una fuente de recursos para la educación en y con el cine, dirigida especialmente a educadores y jóvenes.

En la sección Film Education , los docentes encontrarán recursos para enriquecer sus clases utilizando el cine como herramienta educativa y así promover las competencias mediáticas y comunicativas de los alumnos. Los materiales se presentan clasificados en tres grandes apartados preparados para ser usados en diferentes asignaturas y con variados enfoques pedagógicos:

- Conocer el cine: muestra materiales para promover el conocimiento del lenguaje cinematográfico, la estructura de la narración audiovisual, los géneros, los formatos, lenguaje de las imágenes, el sonido, etc.

- Analizar el cine: presenta recursos con los que el profesor podrá promover la comprensión crítica y el aprender a tener una mirada crítica ante las obras audiovisuales, contrastar con las ideas propias, etc.
- Aprender con el cine: agrupa materiales para saber enseñar y aprender con el cine y a través del cine: además de ayudar a enseñar con historia, sociedad, temas de nuestro mundo, etc.

En las secciones Hacer cine, Ver cine y Ojo crítico, se presentan artículos, vídeos, y otros recursos enfocados en los jóvenes para mejorar el conocimiento, capacidad de selección y comprensión crítica de las obras cinematográficas.

En Participar se presentan las convocatorias, ayudas y oportunidades, que se ofrece en Europa y Latinoamérica para participar en festivales o premios, estudiar cine, convocatorias, becas, etc.


Para contactar

Si quiere contactar al Consortium CinELmotion diríjase a info@cinelmotion.eu

Si requiere contactar a los otros socios del Consortium diríjase a:

EAVI: Por favor contacte con Fabio Bauer: fabio.bauer@cinelmotion.eu
ATEI: Por favor contacte con Alberto García Ferrer, secretaría general: secretariageneral@ateiamerica.com
Mizar Multimedia: Por favor contacte con Mireia Pi: mireia@mizarmultimedia.com