segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Uma breve história dos Estados Unidos da America - Animação
in Bowling for Columbine
Há muito tempo, havia na Europa uma gente chamada Peregrinos que receava ser perseguida. Assim, velejaram até ao Novo Mundo onde nunca mais teriam medo.
Mas, assim que chegaram foram recebidos por selvagens e voltaram a ficar apavorados. Portanto, mataram-nos a todos.
Seria de acreditar que eliminar todo um povo os acalmaria… Mas não! Em vez disso, começaram a ter medo uns dos outros. E queimaram as bruxas.
Em 1775, começaram a matar os ingleses para serem livres. E funcionou, mas mesmo assim, não se sentiam seguros. Aprovaram então uma 2.ª Emenda que deixava os brancos andarem armados.
O que nos traz à genial ideia da escravatura! É que os brancos daquela altura também tinham medo de trabalhar. Assim, foram até África e raptaram milhares de negros. Trouxeram-nos para a América para trabalhar duramente de graça. Esta política fez dos EUA o país mais rico do mundo.
Acham que tal riqueza e liberdade acalmou os brancos? Não! Ficaram ainda com mais medo! É que passados 200 anos de escravatura, havia mais pretos que brancos em muitas zonas do Sul. Adivinham o que se seguiu? Os escravos começaram a revoltar-se e decapitaram os seus velhos amos. Quando os brancos souberam, passaram-se e disseram: “Quero viver! Não me mates, preto grandalhão!”
Num instantinho aparece Samuel Colt, que, em 1936, inventou a primeira arma que podia disparar repetidamente sem precisar de ser recarregada. E os brancos do Sul puseram-se todos aos pulos. Mas era tarde demais.
O Norte vencera a Guerra Civil e os escravos foram libertados. Isso, foram libertados para decapitar os velhos amos. E puseram-se todos: “Oh não! Vamos morrer!”
Mas os escravos libertados não se vingaram, queriam apenas viver em Paz. E convencer os brancos disto? Formaram então o Klu Klux Klan. E em 1871, ano em que o KKK foi declarado uma organização terrorista ilegal, foi fundado um outro grupo, a Associação Nacional de Espingardas (NRA).
Num ápice, fizeram aprovar uma das primeiras leis de armamento, que proibia as pessoas de cor de andar armadas. Foi um ano formidável para a América, o KKK e o NRA!
Claro que não havia qualquer relação entre ambos e era tudo coincidência. Um grupo promovia legalmente a posse de armas, outro grupo matava e linchava os pretos.
E assim foi até 1955, quando uma negra infringiu a lei recusando-se a sentar-se nas traseiras de um autocarro. Os brancos nem queriam crer! E foi o descalabro! Por toda a parte, os negros reclamavam os seus direitos. E os brancos tiveram um enorme ataque de pânico. Só sabiam dizer: “Fujam, fujam!”. E fugiram para os subúrbios, onde tudo era branco, seguro e limpo.
Compraram 250 milhões de armas, puseram trancas nas portas, alarmes nas casas e cercas à volta dos bairros. Finalmente sentiam-se em segurança e muito protegidos.
E viveram todos felizes para sempre!
fonte: http://outrouniverso.blogs.sapo.pt/arquivo/250644.html
Capitalismo: Una historia de amor 1
WebIslam
O sonho americano visto como amor dos cidadãos americanos despedaçado pelas mentiras e traições do capitalismo. Milhares e milhares de pessoas perdendo seus empregos e suas casas diariamente. O filme é do grande e polêmico diretor Michael Moore, que tem sido um dos principais dissidentes da mídia estadunidense. Para variar, qualquer filme dele é imperdível.
Michael Moore denuncia al sistema capitalista, en una mirada que analiza la crisis financiera mundial y la economía estadounidense en plena decadencia. El director hace una llamada a la revolucíon de las clases sociales contra los opresores y despiadados empresarios sin escrupulos que no dudan en enriquecerse a costa de la vida de las personas de las formas mas crueles, sofisticadas, ilegales y moralmente indecentes jamas conocidas.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Morre Osama Bin Laden
Osama bin Laden Riade, 10 de março de 1957 — Abbottabad, 2 de maio de 2011 foi um dos membros sauditas da próspera família Bin Laden, além de líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista famosa pelos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos e numerosos outros contra alvos civis e militares.
Filho de Muhammed bin Laden, imigrante iemenita pobre que se tornou o homem mais rico e poderoso da Arábia Saudita, depois do próprio rei, Osama bin Laden era o filho único de sua décima esposa, Hamida al-Attas; seus pais se divorciaram logo depois que ele nasceu (a mãe de Osama se casou com Muhammad al-Attas e o novo casal teve quatro filhos). Osama bin Laden também é conhecido pelos seguintes nomes: Usama Bin Muhammad Bin Ladin, Shaykh Usama Bin Ladin, The Prince, The Emir, Abu Abdallah, Mujahid Shaykh, Hajj, The Director.
Desde 2001, bin Laden e sua organização tinham sido os maiores alvos da Guerra ao Terrorismo dos oficiais norte-americanos e esteve entre os Dez foragidos mais procurados pelo FBI, encabeçando a lista. Acreditou-se que Bin Laden e seus companheiros da al-Qaeda estavam escondidos próximos à costa do Afeganistão e das áreas tribais do Paquistão. Em 1 de maio de 2011, dez anos desde os atentados do 11 de setembro, o Presidente Barack Obama anunciou pela televisão que Osama bin Laden havia sido morto durante uma operação militar norte-americana em Abbottabad. Seu corpo teria ficado sob a custódia dos Estados Unidos e sido sepultado no mar após passar por rituais tradicionalmente islâmicos.
Juventude
Quando jovem e inexperiente, participou de forma voluntária na década de 1980 do esforço jihadista no Afeganistão, financiando e organizando grupos de árabes e acampamentos de milícias armadas no combate aos invasores soviéticos. Existem controvérsias quanto à ligação dos estadunidenses com Bin Laden nesse confronto. Contudo, em entrevista em 2001, exibida no documentário Fahrenheit 9/11, de Michael Moore, o príncipe Bandar Bin Sultan, embaixador saudita nos EUA na época, afirmou ter conhecido Osama Bin Laden na década de 80, durante o citado conflito, quando o líder guerrilheiro veio lhe agradecer por toda a ajuda que a Arábia e os EUA estavam dando contra os soviéticos. Posteriormente estabeleceu-se como importante investidor no Sudão, onde iniciou, em paralelo às suas atividades empresariais, a organização que mais tarde viria a se denominar Al Qaeda, originalmente destinada a combater a família real saudita. Bin Laden detestava os modos ocidentalizados, perdulários, corruptos e "pouco islâmicos" da família real. Tinha como objetivo alijá-la do poder e implantar no país a semente do que sempre sonhou - o novo califado islâmico. A família real, por ironia do destino, possuía grande consideração para com a família de Bin Laden.
Repercussão
No Sudão, em contato com outros grupos islâmicos, nomeadamente os de origem egípcia, foi gradualmente influenciado a ampliar o leque dos seus inimigos, passando a considerar também o combate ao xiitas, judeus e ocidentais de uma forma em geral. Nesta mesma época passou igualmente a considerar o terrorismo como alternativa de ação válida, financiando, de forma inicialmente discreta, algumas ações na Argélia e no Egito. Em 1995, após um atentado mal sucedido contra a vida do então presidente do Egito, Hosni Mubarak, o governo do Sudão, sob pressão dos países árabes, expulsou-o do país, não sem antes apropriar-se do seu patrimônio, delapidando as suas empresas e fazendas. Bin Laden foi então para o Afeganistão, quebrado, com as esposas e um grupo reduzido de seguidores fiéis. Nesta ocasião foi renegado pela família e perdeu a cidadania saudita.
No Afeganistão, sem as condições financeiras de outrora, passou a dedicar-se integralmente à causa islâmica, reconstruindo gradualmente a organização, unindo esforços com outros grupos islâmicos refugiados no país (destaque para o grupo egípcio "Al Jihad", liderado por Ayman al-Zawahri, que viria a se tornar o braço-direito de Bin Laden). Na caça cada vez mais delirante aos "infiéis", elegeu então os Estados Unidos como o grande inimigo a ser combatido - "a força maior dos cruzados". Aproximou-se dos Talibãs, grupo ironicamente financiado pelos Estados Unidos da América e Arábia Saudita. Tornou-se amigo e confidente do seu chefe, o Mulá Omar.
Do Afeganistão planejou e coordenou ataques de grande repercussão às embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e ao navio de guerra USS Cole, em 2000. Em decorrência destes atentados, tornou-se o terrorista mais procurado pelos Estados Unidos da América. Em 2001, foi acusado pelos governo dos Estados Unidos de cometer os atentados de 11 de Setembro.
Busca
Acreditava-se que estaria escondido em algum lugar da fronteira montanhosa entre o Afeganistão e o Paquistão. O jornal francês L'Est Republicain de 23 de setembro de 2006, baseado em informações não confirmadas do serviço secreto francês, chegou a afirmar que Bin Laden teria morrido de tifo durante o mês de agosto de 2006. Em 8 de setembro de 2007, no entanto, um novo vídeo de 30 minutos de duração foi divulgado, demonstrando que Bin Laden estava vivo e bem de saúde. Neste vídeo ele aparece, pela primeira vez, com a barba tingida.
O governo dos Estados Unidos oferecia a recompensa de US$25 milhões de dólares a quem desse informações relevantes da localização do terrorista. Em 13 de julho de 2007, a recompensa foi dobrada para US$50 milhões.
fonte: Enciclopédia livre
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