segunda-feira, 28 de maio de 2012

Ciência Política V - Parte 3/3

Ciência Política V - Parte 2/3

Ciência Política V - Parte 1/3

Ciência Política IV - Parte 3/3

Ciência Política IV - Parte 2/3

Ciência Política IV - Parte 1/3

Ciência Política III - Parte 3/3

Ciência Política III - Parte 2/3

Ciência Política III - Parte 1/3

Ciência Política II - Parte 3/3

Ciência Política II - Parte 2/3

Ciência Política II - Parte 1/3

Ciência Política I - Parte 4/4

Ciência Política I - Parte 3/4

Ciência Política I - Parte 2/4

Ciência Política I - Parte 1/4

Seminário - Sociologia da educação

Qué es el castigo educativo y cómo aplicarlo

sexta-feira, 27 de abril de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

A Revolução dos Bichos - O Filme

Animal Farm (A Revolução dos Bichos (título no Brasil) ou O Porco Triunfante/​O Triunfo dos Porcos/​A Quinta dos Ani­mais (título em Portugal) é um romance alegórico do escritor inglês George Orwell, apontado pela revista americana Time entre os cem melhores da língua inglesa. A sátira feita pelo livro à União Soviética comunista obteve o 31º lugar na lista dos melhores romances do século XX organizada pela Modern Library List.

O livro narra uma história de corrupção e traição e recorre a figuras de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o "paraíso comunista" proposto pela Rússia na época de Stalin. A revolta dos animais da Manor Farm contra os humanos é liderada pelos porcos Snowball (Bola-de-Neve) e Napoleon (Napoleão). Os animais tentam criar uma sociedade utópica, porém Napoleon é seduzido pelo poder, afasta Snowball e estabelece uma ditadura tão corrupta quanto a sociedade de humanos.
Dublado Legendado

O Nome da Rosa - O Filme



O enredo de O Nome da Rosa gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano William de Baskerville, assessorado pelo noviço Adso de Melk, vai a fundo em suas investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que desvenda que as causas do crime estavam ligadas a manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas, obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risona criada por Eco e atribuída romantescamente à Aristóteles. A aventura de William de Baskerville é desta forma uma aventura quase quixotesca.

No romance, Umberto Eco relembra a problemática suscitada pelo nominalismo entre o que é essencial, que parece ser o nome da rosa como nome, em si um conceito, portanto um universal, dessa forma, eterno, imutável, imortal e de sua contraposição a rosa particular, individual no mundo, flor de existência única na realidade, que por acontecer, também é passageira, mortal e transitória.

ZEITGEIST - Espírito do Tempo

Astecas - Construindo um Império

Maias - Construindo um Império

Roma - Construindo um Império

A história da Maconha

sexta-feira, 16 de março de 2012

ANÁLISE LITERÁRIA DA MÚSICA "AÍ SE EU TE PEGO"

Professor de português.

Já que professor de literatura sou, dediquei alguns minutos do meu precioso tempo para me debruçar sobre a letra desse "fenômeno" de crítica e público que assola as rádios e tv's, não só do Brasil, mas também do mundo: "Ai, se eu te pego", desse grande artista chamado Michel Teló.

Uma letra de música tão profunda, filosófica e poética como essa merece, sem sombra de dúvida, uma análise literária mais esmiuçada...
Então vamos lá!

"Delícia, delícia
Assim você me mata"

Nos versos acima, nota-se de imediato que o eu lírico expressa metaforicamente seu deleite sexual, chegando mesmo - pode-se dizer - a um estado de clímax sexual, um orgasmo. Entretanto, à medida que avançamos na leitura da letra da música, percebemos logo no verso seguinte uma ideia paradoxal que nos leva a constatar que talvez o eu lírico, através de um eufemismo muito bem elaborado, aponte para uma das práticas difundidas na tradição literária ocidental, principalmente a partir do Romantismo. Observem o verso:

"Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego"

A anáfora presente nesse verso, com a repetição da interjeição "ai", mais uma vez denota a ideia de deleite, de clímax sexual. Entretanto, através do papel hipotético conferido pela conjunção condicional "se", percebe-se que o eu lírico não chegou, de fato, a um enlace, a uma conjunção carnal com o objeto de seu desejo: o "ai se eu te pego" significando algo como "ai, como eu gostaria de te pegar" ou "ai, se eu pudesse te pegar" (levando-se em consideração também o neologismo já absorvida pela linguagem coloquial quando ele usa o verbo "pegar" para significar o ato sexual).

Ou seja: se, nos dois primeiros versos, o eu lírico expressa seu deleite, seu clímax sexual, seu orgasmo; mas, logo imediatamente, nos dá dicas de que o enlace sexual não ocorreu de fato, somos forçosamente levados a considerar que o eu lírico é...

UM PUNHETEIRO DE MARCA MAIOR !!!!!!!

E essa porcaria vende, meus amigos!!!!

 por Edmilson Borret, 

sábado, 21 de janeiro de 2012

A servidão Moderna

A história da internet

A história do carvão

A história da Água engarrafada

A história dos cosmedicos



O vídeo é um excelente trabalho do website Story of Stuffs, mostrando a nocividade dos cosméticos que são usados frequentemente. Produtos carcinogênicos usados na indústria da beleza, nunca receberam a atenção merecida.

A história das coisas



Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.