sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Só Deus Pode me Julgar - Vídeo



Vídeo Produzido e Editado por Albanir Faleiros M. Neto. Música de MV Bill - SÓ DEUS PODE ME JULGAR!!! LINK YOUTUBE : http://www.youtube.com/watch?v=R92S4fhFVhE

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Tarantino's Mind - Video



Este é um curta metragem que mostra um diálogo entre Selton Melo e Seu Jorge, onde Selton mostra que todos os principais Filmes de Quetin Tarantino são na verdade um só. Para quem gosta de Tarantino este é um bom curta para se degustar.

Solidão - Video



Este é um curta metragem de Ciro MacCord.
"Promessa de dedo cruzado. Uma coisa que parece que vai acontecer mais nunca acontece". "Dizem que a solidão enlouquece". "Eu sou uma pessoa normal"

Discurso de Adolf Hitler - Vídeo



Discurso de Adolf Hitler para juventude Alemã. Esse vídeo demonstra que sua oratoria foi uma ferramenta decisiva para a dominação nazista.

A quoi ça sent I' Amour? - Video


Um Curta metragem de Louis clichy.

"Fim do mundo? Ainda não."


"Fim do mundo? Ainda não."
Por Albanir Faleiros Machado Neto


É interessante, já perceberam basta alguém dizer a palavra “crise” ou mudança, sendo ela política, social ou financeira, torna-se um alarde para um provável “fim do mundo” juntamente com falácias demagógicas de todos os tipos? Por quantas crises mundiais o mundo já passou? Com certeza muitas, o ponto é, em nenhuma delas o mundo acabou, e não será na atual que ele cairá, simplesmente se transformará.

O mundo já viu mudanças incríveis e que fora influenciadas por personas como Isaac Newton, embora não fosse um filósofo na acepção da palavra, mas sim um físico, contribuiu decisivamente para uma mudança radical na visão de mundo de sua época. Com o desenvolvimento das teses de Galileu, Kepler, Copérnico, Descartes e outros, na primeira metade do século XVII fora rejeitado a concepção medieval de um universo imóvel e estático. Com essa rejeição surge uma nova perspectiva de universo, na qual o movimento é considerado absoluto e o repouso, relativo.

Esta grande mudança no mundo na perspectiva ideológica chamada de iluminismo levou a uma enorme fermentação de idéias que acabou por exercer profunda influência no pensamento e nas ações da humanidade. O locus da idéia é que a razão é o único guia infalível para se chegar ao conhecimento e a sabedoria e que o universo é uma máquina governada por leis físicas que podem ser determinadas e estudas, não se submetendo a interferências de cunho divino, como milagres por exemplo.

É claro que mundo passou por crises que levaram a mudanças e mutações por todo globo. O mundo viu o fascismo e o nazismo, viu a grande depressão de 1929 e suas conseqüências, viu a segunda guerra mundial. Passou pela guerra fria, pela descolonização da Ásia e da África. O mundo viveu uma nova forma de organização social que se deu com a Revolução Russa de 1917, viu o implemento de um socialismo que acabou se mostrando decadente e violento na União Soviética, já na China apresentando-se de formas diferenciadas ainda assim violenta. Viu a formação das democracias populares e revoluções políticas.

Esses são alguns exemplos de mudanças mundiais que influenciaram de forma direta ou indireta toda a humanidade e que tiveram um tremendo impacto na vida das pessoas. Tendo em vista que vivemos hoje uma nova crise do capitalismo, onde, especialistas dizem ser uma das maiores de todos os tempos e de conseqüências catastróficas, pergunto: Fala sério, quando isso foi novidade? A questão é, o que faremos com os erros e como utilizar os exemplos passados para melhorar o futuro, o ser humano pode ser brilhante ou agir como um energúmeno a em situações envolvendo o capital. Então, agir como energúmeno, ou agir conforme os equívocos e aprimorar-se com os erros? O jogo está rolando, no que aposta?

texto publicado 03/2009 - Jornal de Negócios

Formação do Homem burguês


Formação do Homem burgues
Por Albanir Faleiros Machado Neto

“A burguesia pelo rápido desenvolvimento de todos os instrumentos de produção, pelos meios de comunicação imensamente facilitados, arrasta todas as nações, mesmo as mais bárbaras, para a civilização. Em uma palavra, cria um mundo a sua própria imagem”. A partir das palavras de Karl Marx, percebemos claramente a tensão existente durante a transição de um velho regime de costumes para o chamado capitalismo, que acabou por levar a uma influência direta nas culturas. A expansão do chamado Imperialismo Europeu, em suas formas político-econômica e principalmente a penetração do capital Inglês mudou a paisagem urbana e o “estado de espírito” das pessoas no Rio de Janeiro do final do século XIX e inicio do século XX e posteriormente em todo país.

Um conto de Lima Barreto (o homem que falava Javanês) serve para precisar este “estado de espírito”, pois mostra o artificialismo da cultura burguesa importada pelas elites do período. Mais do que uma simples influência, tratava-se de um projeto social totalizante por imposição não somente das mudanças materiais, mas de todo um modo de vida. Essas mudanças se deram de forma profundamente autoritária, utilizando-se da força e sem nenhuma consideração com setores sociais que sofreriam com as conseqüências diretas das transformações que estavam em processo, ou seja, a burguesia suprimiu a sociedade a sua forma e desejo.

Essas seriam as forças produtivas vista por Karl Marx como os elementos que exercem na sociedade uma influência para modificar uma natureza social bem como a produção dos bens materiais que compreendem os meios de produção e os homens que são utilizados como força de trabalho. Isso levou a um problema, todas as relações sociais entre os indivíduos passaram a ser mediatizadas pelo mercado, que substituiu os laços comunitários que outrora caracterizavam as sociedades anteriores. Com isso, todos os bens passaram a ser mercadorias, ou seja, o acesso a eles passou a ser permitido apenas a quem tivesse o dinheiro para comprá-los. Isso só foi possível mediante a chamada acumulação primitiva do capital, que se caracterizou pela expulsão de camponeses de suas terras e pela destruição dos laços não mercantis do artesanato e da vida cotidiana, formando uma massa de indivíduos destituídos de meios de produção e que nada tinham para oferecer ao mercado senão sua força de trabalho.

Esse fato ocorreu inicialmente no Rio de Janeiro final séc. XIX, onde a tensão da transição do capitalismo acabou por levar a uma influência direta na cultura local. A separação do homem dos seus meios de produção é também chamada de proletarização e foi na maioria das vezes imposta pelo Estado. Além disso, os artesãos urbanos não podiam concorrer no mercado com os capitalistas, cujos capitais rapidamente se acumulavam mediante o uso de força de trabalho e pela extração da mais-valia (diferença entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador, base da exploração no sistema capitalista) , e esses artesãos falidos contribuiram para aumentar ainda mais a massa de proletários disponíveis para a indústria capitalista nascente. A formação, manutenção e o controle através do aparato repressivo do Estado de uma massa de indivíduos destituídos de tudo e tendo somente a sua força de trabalho para vender, sendo ela qualificada ou não, se tornando condição da acumulação do capital em qualquer lugar, a força de trabalho acaba sendo a única mercadoria que produz mais-valia.

No Rio de Janeiro, a emancipação dos escravos e a política imigratória foram os dois processos essenciais na formação do mercado de trabalho capitalista e consequentemente da classe trabalhadora. A imposição do assalariamento ao trabalhador acaba sendo ajudada pela vigilância constante do aparato policial, que rotula de “vadio” os indivíduos que se encontravam nos botequins e nas ruas, e que não conseguiam provar sua condição de trabalhador, ou seja, os indivíduos foram submetidos ao projeto de vida feito para eles.
Com a implantação do projeto de sociedade no Rio de Janeiro, sendo feito “de fora para dentro e de cima para baixo” houve uma série de conflitos que envolvia lazer popular, formação de um mercado capitalista de trabalho assalariado e a repressão policial. O mundo do lazer popular, dos botequins e da rua, passou a contar com uma contrapartida, a repressão policial, que acaba se tornando “necessária” para a manutenção da ordem e da moral burguesa. Resumidamente, ou o individuo adaptava-se ao mundo assalariado ou era jogado no xilindró sobre desculpa de vadiagem, vagabundagem etc.

É interessante atentar-se sobre como se deu essa imposição, como o pensamento e as forças produtivas burguesas introduziram sua vontade inicialmente na sociedade carioca e que se alastrou por todo país, provocando antagonismos, fazendo com que a transição para a ordem burguesa fosse um processo de luta, de imposições e resistências, e não um caminhar harmônico, linear e tranqüilo.

texto publicado 09/2009 - Jornal de Negócios

Ações Afirmativas


Ações Afirmativas
Por Albanir Faleiros Machado Neto



Nos últimos anos tem-se discutido muito sobre a questão racial no Brasil, e um os assuntos mais abordados é a inserção da população negra nas universidades, mais uma das chamadas ações afirmativas.

Ações afirmativas são entendidas como políticas públicas que pretendem corrigir desigualdades socioeconômicas procedentes de discriminação, atual ou histórica, sofrida por algum grupo de pessoas. Para tanto, concedem-se vantagens competitivas para membros de certos grupos que vivenciam uma situação de inferioridade a fim de que, num futuro, esta situação seja revertida. Assim, as políticas de ação afirmativa buscam, por meio de um tratamento temporariamente diferenciado, promover a eqüidade entre os grupos que compõem a sociedade.

As ações afirmativas são concebidas como instrumentos eficazes de correção de problemas relativos à redistribuição de bens econômicos e cargos de poder a curto e médio prazo. Sem estas políticas estaremos adiando a modificação da composição da elite brasileira para as futuras gerações. Devemos pensar que defender a implantação de ações afirmativas signifique também que elas acabarão sendo conjugadas como políticas públicas universalistas, pois influenciaria na ampliação do acesso da população brasileira à educação pública, à assistência médica, ao mercado de trabalho, à habitação, enfim, ao desenvolvimento social.

O debate em torno da equivalência ou não de cotas e ação afirmativa decorre do fato de as cotas contrariarem o princípio do mérito. Todavia, ao meu ver, esta tentativa de identificar ou separar um tipo de política do outro ocorre unicamente por razões estratégicas e talvez eleitoreiras. Uma dificuldade grande no Brasil seria a classificação de quem seria ou não negro. Isto significa dizer que a classificação racial brasileira depende do contexto e do método de sua aplicação, gerando uma dissonância entre a autoclassificação e a alterclassificação, ou seja, como eu me classifico racialmente e como os outros me classificam racialmente. Em termos concretos, são encontradas duas variáveis que interferem significativamente tanto na auto quanto na alterclassificação dos indivíduos: a escolaridade e o rendimento familiar.

Assim, podemos dizer que é uma verdade evidente que não só o dinheiro embranquece, como, inversamente, a pobreza escurece. Essa ambigüidade classificatória torna-se um verdadeiro quebra-cabeça, sobretudo quando se pretende desenvolver políticas afirmativas para a população negra no Brasil, uma vez que não temos um modelo baseado em fatores de descendência biológica que dá origem a uma sociedade bi-racial como por exemplo nos Estados Unidos.

O peso do contexto social brasileiro tem dado origem a um sistema classificatório multirracial, fazendo com que os próprios indivíduos se classifiquem, levando a problemas e distorções nas classificações. Negros não se vêem como negros, e não-negros acabam se classificando como negros em busca de possíveis vantagens com a implementação das ações afirmativas. Como devemos pensar essas questões? Acho que o importante é simplesmente pensar sobre isso.

A discussão já começou, e são nas universidades onde essas questões são discutidas com mais ênfase, no entanto, é no dia a dia, na mesa de um bar, no cotidiano social que devemos pensar e discutir tais problemas, e que um dia possamos sonhar com a diminuição não somente do preconceito racial, mas dos preconceitos como um todo. O pré-conceito ainda é muito forte dentro das pessoas, e infelizmente de maneira cruel, os mesmo que negam possuir dentro de si tal “patologia” são aqueles que ainda mantém dentro de si a chama da discriminação.

texto publicado 05/2009 - Jornal de Negócios

Jeitinho Brasileiro


Jeitinho brasileiro
Por Albanir Faleiros Machado Neto

Tudo na vida nós trás provas de como as pessoas se organizam e se relacionam, pensando em aspectos culturais como festas populares, religiosas, procissões, desfiles, paradas militares, pode-se analisar a sociedade brasileira. Além disso, aspectos recorrentes como o famoso “jeitinho brasileiro” é a personalização das relações sociais e caracterizada, entre outros fatores, pela expressão “você sabe com quem está falando?”. Isto tambem nos mostra a fabulosa inversão de papéis que acontece por quatro dias do ano nas ruas, o pobre vira nobre, a elite posa de povo.

O lado autoritário e hierarquizado da sociedade brasileira tem pelo menos três dimensões distintas. Uma é a existência de uma ordem formal, baseada em posições de status e prestígio social bem definidos, onde não existem conflitos e onde "cada um sabe o seu lugar". A outra é a existência de uma oposição sistemática entre o mundo das "pessoas", socialmente reconhecidas em seus direitos e privilégios, e um universo igualitário dos indivíduos, onde as leis impessoais funcionam como instrumentos de opressão e de controle, "para os amigos, tudo, para os inimigos, a lei". A terceira é o mundo do sagrado, onde se opera uma suposta equalização da sociedade, já que todos são filhos de Deus, mas ao mesmo tempo são mantidas estruturas claramente hierárquicas de santidade.

Estes sistemas hierarquizados operam uma dissociação entre dois mundos ideais na mitologia brasileira, o mundo da casa, onde as pessoas valem pelo que são, onde reina a paz e a harmonia, e o mundo da rua, onde os indivíduos "lutam pela vida" em uma batalha impiedosa e anônima. Nesta batalha, as principais armas são, alternativamente, a afirmação dos privilégios de status das pessoas das classes dominantes e a redução dos indivíduos às leis impiedosas do mercado e da burocracia. Se as paradas, as procissões e a afirmação dos privilégios de status das pessoas das classes dominantes ritualizam e explicitam os aspectos hierárquicos e autoritários da sociedade brasileira, o carnaval e os heróis populares dramatizariam o seu oposto. O carnaval é essencialmente igualitário e, nos seus três ou quatro dias, transpõe para o mundo da "rua" os ideais das relações espontâneas, afetivas, e essencialmente simétricas que são a contrapartida das paradas. A negação que o carnaval faz das estruturas de poder e autoridade é corporificada no malandro e seu paradigma

O malandro, ao contrário do herói, não busca dominar a estrutura do poder e a ela se sobrepor, e nesse processo, terminar por ser reabsorvido por ela. Ele vive nas fendas do sistema, de seus absurdos e de suas contradições. Se o herói sai das paradas e o malandro dos carnavais, outro personagem, o místico renunciador, sai das procissões. Ele rejeita o sistema como um todo, nem o aceita nem se aproveita dele, mas cria seu próprio espaço de vida e seus próprios valores

Pode-se constatar que tanto o personagem malandro como o ritual do jeitinho possui características semelhantes, o malandro é conhecido pela engenhosidade, sutileza, destreza, carisma, lábia que permitem manipulação de pessoas ou resultados, de forma a obter o melhor destes, e da maneira mais fácil, o que também acontece com quem pratica o jeitinho. Em suma , o “jeitinho” é um modo simpático, desesperado ou humano de relacionar o impessoal com o pessoal estando enraizado na cultura brasileira . Não tem jeito, é cultural.

texto publica 04/2009 - Jornal de Negócios

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Breve historia da Internet - Video Spanish

El Futuro - Video Spanish



Será este nosso futuro, termos cada um de nós Avatares?

Comercial Inteligente - Vídeo



Este comercial deve ser tomado com exemplo para agencias de publicidades mediocres para que aprendam como fazer um comercial de qualidade. Comerciais educativos, comerciais inteligente.

Pense muito! - Vídeo



Cenas fortes mas que servem como reflexão!! Seja prudente.

Grandes Filosofos. - Vídeo



Pequenos trechos dos pensamentos de Grandes Filósofos que a Humanidade teve o privilégio e a oportunidade de desfrutar. Aproveitem.

Dê exemplo! - Vídeo



Cultive boas atitudes, boas ações, dê bons exemplos. SEja educado!! Pensem nisso!

Ler deveria ser proibido. - Vídeo



Por que ler? Pra que ler?

Quase....!!! - Video



Este é um poema de Luiz Fernando Veríssimo!!! Degustem!!!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Voce Sabia? - Vídeo



Esse curta metragem aborda um tema que pode-se estar passando despercebido a todos!! A revolução comunicativa está aí, chegou em sua casa. Assitem e reflitam!!

Apenas um Ponto Azul - Vídeo


A terra é um palco muito pequeno. Somos um ponto solitário num universo infinito. Pensem!

Alienação em Massa - Vídeo



A alienação trata-se do mistério de ser ou não ser, pois uma pessoa alienada carece de si mesmo, se tornando sua própria negação. Alienação se refere á diminuição da capacidade dos indivíduos em pensar em agir por si próprio. A sobrevivência do homem implica uma transformação da natureza e do outro à sua imagem e semelhança, o que impõe uma transformação de si mesmo à imagem e semelhança do mundo e do outro.

Mito da Caverna - Video



O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna,foi escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade